{"id":17248,"date":"2026-02-12T14:21:25","date_gmt":"2026-02-12T14:21:25","guid":{"rendered":"https:\/\/atlasemhematologia.com.br\/blog\/?p=17248"},"modified":"2026-02-08T14:26:41","modified_gmt":"2026-02-08T14:26:41","slug":"hemograma-na-epilepsia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/atlasemhematologia.com.br\/blog\/hemograma-na-epilepsia\/","title":{"rendered":"Hemograma na Epilepsia"},"content":{"rendered":"\n<p>A epilepsia \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o neurol\u00f3gica caracterizada pela ocorr\u00eancia de crises epil\u00e9pticas recorrentes, resultantes de descargas el\u00e9tricas anormais no c\u00e9rebro. Embora tradicionalmente compreendida sob a perspectiva neurol\u00f3gica, evid\u00eancias recentes demonstram que processos sist\u00eamicos, especialmente inflamat\u00f3rios, exercem influ\u00eancia relevante em sua fisiopatologia. Nesse contexto, a avalia\u00e7\u00e3o hematol\u00f3gica emerge como uma ferramenta importante para compreender mecanismos associados ao risco, \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o e \u00e0s manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas da epilepsia.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, altera\u00e7\u00f5es em c\u00e9lulas sangu\u00edneas perif\u00e9ricas e em \u00edndices derivados do hemograma t\u00eam sido associadas \u00e0 resposta inflamat\u00f3ria sist\u00eamica, o que refor\u00e7a a import\u00e2ncia da correla\u00e7\u00e3o entre epilepsia e par\u00e2metros hematol\u00f3gicos.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1030\" height=\"558\" src=\"https:\/\/atlasemhematologia.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/image-8-1030x558.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-17249\" style=\"aspect-ratio:1.8459097955799113;width:531px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/atlasemhematologia.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/image-8-1030x558.png 1030w, https:\/\/atlasemhematologia.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/image-8-300x163.png 300w, https:\/\/atlasemhematologia.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/image-8-768x416.png 768w, https:\/\/atlasemhematologia.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/image-8.png 1200w\" sizes=\"(max-width: 1030px) 100vw, 1030px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Epilepsia, Convuls\u00f5es Febris e Resposta Sist\u00eamica<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>As convuls\u00f5es febris representam a forma mais comum de convuls\u00e3o na inf\u00e2ncia e ocorrem, predominantemente, em crian\u00e7as entre 6 meses e 5 anos de idade, geralmente associadas a quadros febris decorrentes de infec\u00e7\u00f5es, sobretudo virais. Embora, na maioria dos casos, sejam eventos benignos e autolimitados, esses epis\u00f3dios evidenciam a rela\u00e7\u00e3o entre febre, inflama\u00e7\u00e3o e excitabilidade neuronal.<\/p>\n\n\n\n<p>A imaturidade do c\u00e9rebro infantil contribui para essa predisposi\u00e7\u00e3o, uma vez que os neur\u00f4nios apresentam maior excitabilidade e o sistema inibit\u00f3rio ainda n\u00e3o est\u00e1 completamente desenvolvido. Esse desequil\u00edbrio entre mecanismos excitat\u00f3rios e inibit\u00f3rios favorece descargas el\u00e9tricas anormais durante estados inflamat\u00f3rios sist\u00eamicos, como aqueles acompanhados de febre.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, desde a inf\u00e2ncia, observa-se uma intera\u00e7\u00e3o entre processos inflamat\u00f3rios sist\u00eamicos e atividade convulsiva, o que estabelece um elo inicial entre altera\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas perif\u00e9ricas e manifesta\u00e7\u00f5es neurol\u00f3gicas.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Marcadores Hematol\u00f3gicos e Inflamat\u00f3rios na Epilepsia<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A an\u00e1lise hematol\u00f3gica permite a avalia\u00e7\u00e3o de c\u00e9lulas inflamat\u00f3rias circulantes, como neutr\u00f3filos, linf\u00f3citos, mon\u00f3citos e plaquetas. A partir desses par\u00e2metros, s\u00e3o derivados \u00edndices imunoinflamat\u00f3rios que refletem o estado inflamat\u00f3rio sist\u00eamico do indiv\u00edduo.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre esses indicadores, destacam-se a raz\u00e3o neutr\u00f3filo-linf\u00f3cito (NLR), a raz\u00e3o linf\u00f3cito-mon\u00f3cito (LMR), a raz\u00e3o plaqueta-linf\u00f3cito (PLR) e o \u00edndice inflamat\u00f3rio sist\u00eamico (SII). Esses marcadores s\u00e3o calculados com base em dados do hemograma e permitem uma avalia\u00e7\u00e3o integrada da resposta inflamat\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Esses \u00edndices t\u00eam sido utilizados como exposi\u00e7\u00f5es para investigar associa\u00e7\u00f5es longitudinais com o desenvolvimento de epilepsia, uma vez que a inflama\u00e7\u00e3o sist\u00eamica pode influenciar a excitabilidade neuronal, a integridade vascular cerebral e processos neurobiol\u00f3gicos envolvidos na g\u00eanese das crises epil\u00e9pticas.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>&nbsp;Evid\u00eancias Epidemiol\u00f3gicas e Associa\u00e7\u00e3o com o Risco de Epilepsia<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Estudos populacionais de grande escala demonstram que altera\u00e7\u00f5es em marcadores hematol\u00f3gicos inflamat\u00f3rios est\u00e3o associadas ao risco futuro de epilepsia. A an\u00e1lise longitudinal desses par\u00e2metros, ajustada para vari\u00e1veis demogr\u00e1ficas, comportamentais e cl\u00ednicas, permite identificar associa\u00e7\u00f5es independentes entre inflama\u00e7\u00e3o sist\u00eamica e ocorr\u00eancia da doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, an\u00e1lises de sensibilidade indicam que essa rela\u00e7\u00e3o persiste mesmo ap\u00f3s o controle de condi\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas que podem influenciar as contagens sangu\u00edneas, como doen\u00e7as cardiovasculares e inflamat\u00f3rias. A estratifica\u00e7\u00e3o por idade e sexo tamb\u00e9m revela que essas associa\u00e7\u00f5es podem variar conforme caracter\u00edsticas individuais.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, os achados refor\u00e7am a hip\u00f3tese de que a inflama\u00e7\u00e3o sist\u00eamica, refletida por altera\u00e7\u00f5es hematol\u00f3gicas perif\u00e9ricas, desempenha papel relevante no desenvolvimento e na progress\u00e3o da epilepsia.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>CALZADA, Jo\u00e3o Vitor Dias et al. CONVULS\u00d5ES FEBRIS: UMA REVIS\u00c3O DA LITERATURA. <strong>Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ci\u00eancias e Educa\u00e7\u00e3o<\/strong>, v. 10, n. 8, p. 1136-1143, 2024.<\/p>\n\n\n\n<p><br>CALZADA, Jo\u00e3o Vitor Dias et al. CONVULS\u00d5ES FEBRIS: UMA REVIS\u00c3O DA LITERATURA. <strong>Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ci\u00eancias e Educa\u00e7\u00e3o<\/strong>, v. 10, n. 8, p. 1136-1143, 2024.<\/p>\n\n\n\n<p><br>TOLEDO, Alice Santos et al. Epilepsia: uma revis\u00e3o da literatura. <strong>Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ci\u00eancias e Educa\u00e7\u00e3o<\/strong>, v. 10, n. 5, p. 3419-3428, 2024.<\/p>\n\n\n\n<p><br>HUANG, Qinlian et al. Association of blood count\u2013derived immunoinflammatory makers and risk of epilepsy: A prospective cohort of 497,291 participants. <strong>Seizure: European Journal of Epilepsy<\/strong>, v. 123, p. 9-16, 2024.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A epilepsia \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o neurol\u00f3gica caracterizada pela ocorr\u00eancia de crises epil\u00e9pticas recorrentes, resultantes de descargas el\u00e9tricas anormais no c\u00e9rebro. 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