{"id":15526,"date":"2025-09-23T22:26:03","date_gmt":"2025-09-23T22:26:03","guid":{"rendered":"https:\/\/atlasemhematologia.com.br\/?p=15526"},"modified":"2025-09-23T22:26:03","modified_gmt":"2025-09-23T22:26:03","slug":"hemograma-na-lmc","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/atlasemhematologia.com.br\/blog\/hemograma-na-lmc\/","title":{"rendered":"Hemograma na LMC"},"content":{"rendered":"\n<p>A Leucemia Mieloide Cr\u00f4nica (LMC) \u00e9 caracterizada pela prolifera\u00e7\u00e3o descontrolada de c\u00e9lulas mieloides originadas de uma c\u00e9lula-tronco clonada. O principal marcador gen\u00e9tico \u00e9 a transloca\u00e7\u00e3o t(9;22), formando o cromossomo Philadelphia e o gene BCR-ABL1, que ativa a tirosina quinase e causa prolifera\u00e7\u00e3o celular anormal. O hemograma na LMC \u00e9 essencial para monitorar a doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/atlasemhematologia.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/converted_image_latest.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-15527\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>A Fase Cr\u00f4nica e o Hemograma na LMC<\/strong><br><\/h3>\n\n\n\n<p>Na fase cr\u00f4nica da LMC, os m\u00e9dicos controlam a produ\u00e7\u00e3o excessiva de c\u00e9lulas mieloides, de modo que os pacientes podem apresentar-se assintom\u00e1ticos ou com sintomas leves. O hemograma, um exame laboratorial essencial, frequentemente mostra um aumento na contagem de leuc\u00f3citos, mas com predomin\u00e2ncia de formas maduras de granul\u00f3citos, como neutr\u00f3filos. <\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, os blastos, que s\u00e3o c\u00e9lulas imaturas, geralmente ficam abaixo de 10%. Esse achado \u00e9 caracter\u00edstico da fase cr\u00f4nica e \u00e9 um importante indicador para o acompanhamento da doen\u00e7a, uma vez que permite a detec\u00e7\u00e3o precoce de qualquer progress\u00e3o para formas mais agressivas.<\/p>\n\n\n\n<p>O hemograma \u00e9 imprescind\u00edvel para monitorar o progresso da LMC e identificar sinais de transforma\u00e7\u00e3o. Assim, quando os blastos come\u00e7am a aumentar significativamente no sangue perif\u00e9rico ou na medula \u00f3ssea, isso pode, de fato, sinalizar uma transi\u00e7\u00e3o para a crise bl\u00e1stica, a qual representa uma fase mais grave e agressiva da doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>A Crise Bl\u00e1stica<\/strong> <strong>na LMC<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A crise bl\u00e1stica ocorre quando a LMC avan\u00e7a para uma fase mais agressiva, com caracter\u00edsticas semelhantes \u00e0s leucemias agudas. Este est\u00e1gio \u00e9 definido pela presen\u00e7a de 20% ou mais de blastos na medula \u00f3ssea ou no sangue perif\u00e9rico. No hemograma, a presen\u00e7a de uma grande quantidade de blastos identifica facilmente a crise bl\u00e1stica, o que indica, portanto, a agressividade da doen\u00e7a e a necessidade de tratamento intensivo imediato.<\/p>\n\n\n\n<p>Na crise bl\u00e1stica, o hemograma pode revelar:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Blastos elevados (>20%) em um contexto de pancitopenia, com leucopenia ou leucocitose, dependendo da evolu\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a;<br><\/li>\n\n\n\n<li>Anemia severa e plaquetopenia.<br><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Esses achados, juntamente com a sintomatologia cl\u00ednica, como febre, esplenomegalia e manifesta\u00e7\u00f5es infecciosas ou hemorr\u00e1gicas, exigem uma interven\u00e7\u00e3o imediata. Vale ressaltar que os tratamentos convencionais, como os inibidores de tirosina quinase (ITKs), tendem a apresentar uma resposta limitada nessa fase.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Tratamento e Perspectivas<\/strong> <strong>na LMC<\/strong><br><\/h3>\n\n\n\n<p>O tratamento da crise bl\u00e1stica \u00e9 agressivo e envolve, principalmente, uma combina\u00e7\u00e3o de quimioterapia para leucemia aguda, al\u00e9m do uso de inibidores de tirosina quinase de segunda ou terceira gera\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, em alguns pacientes, especialmente os mais jovens e com bom estado geral de sa\u00fade, os m\u00e9dicos podem considerar o transplante alog\u00eanico de c\u00e9lulas-tronco hematopo\u00e9ticas como uma op\u00e7\u00e3o curativa.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora o tratamento seja exigente, o hemograma continua a ser uma ferramenta essencial no acompanhamento dos pacientes com crise bl\u00e1stica. Ap\u00f3s o tratamento, os m\u00e9dicos monitoram de perto o hemograma para avaliar a resposta terap\u00eautica, esperando uma redu\u00e7\u00e3o nos blastos e uma recupera\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas sangu\u00edneas normais. Dessa forma, o acompanhamento constante permite ajustar o tratamento conforme necess\u00e1rio, garantindo a efic\u00e1cia no controle da doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Portanto, a presen\u00e7a de blastos  \u00e9 um dos sinais mais cr\u00edticos para identificar a crise bl\u00e1stica no hemograma na LMC. Este est\u00e1gio da doen\u00e7a exige, portanto, uma interven\u00e7\u00e3o r\u00e1pida e intensiva, com o objetivo de controlar a prolifera\u00e7\u00e3o de blastos e, ao mesmo tempo, melhorar a qualidade de vida do paciente. Dessa forma, os m\u00e9dicos devem iniciar o tratamento imediatamente para evitar complica\u00e7\u00f5es mais graves. Assim, o acompanhamento cont\u00ednuo do hemograma se torna crucial para monitorar a doen\u00e7a e adaptar o tratamento, oferecendo um progn\u00f3stico mais favor\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A IMPORT\u00c2NCIA DA CAPACITA\u00c7\u00c3O PARA PROFISSIONAIS DA \u00c1REA LABORATORIAL<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Se voc\u00ea busca aprofundar seus conhecimentos sobre anisocitose e outras condi\u00e7\u00f5es hematol\u00f3gicas, al\u00e9m de aprimorar suas habilidades anal\u00edticas, investir em uma p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o \u00e9 uma excelente op\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Hematologia Laboratorial e Cl\u00ednica<\/strong> foi desenvolvida para profissionais que desejam se destacar no mercado, com um conte\u00fado atualizado e voltado para a pr\u00e1tica. Oferecemos aulas 100% online e ao vivo, com flexibilidade para conciliar com sua rotina. 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M., &amp; Melo, J. V. (2003). Chronic myeloid leukemia\u2014advances in biology and new approaches to treatment. <em>New England Journal of Medicine<\/em>, 349(15), 1451\u20131464. https:\/\/doi.org\/10.1056\/NEJMra020777<br><\/p>\n\n\n\n<p>Hehlmann, R., Hochhaus, A., &amp; Baccarani, M. (2016). Chronic myeloid leukaemia. <em>The Lancet<\/em>, 390(10103), 2428\u20132440. https:\/\/doi.org\/10.1016\/S0140-6736(16)30116-1<br><\/p>\n\n\n\n<p>Cortes, J., O&#8217;Brien, S., &amp; Kantarjian, H. (2012). Chronic myelogenous leukemia: A review. <em>American Journal of Hematology<\/em>, 87(11), 1037\u20131045. https:\/\/doi.org\/10.1002\/ajh.23202<br><br><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Leucemia Mieloide Cr\u00f4nica (LMC) \u00e9 caracterizada pela prolifera\u00e7\u00e3o descontrolada de c\u00e9lulas mieloides originadas de uma c\u00e9lula-tronco clonada. 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