{"id":12125,"date":"2025-09-23T22:23:32","date_gmt":"2025-09-23T22:23:32","guid":{"rendered":"https:\/\/atlasemhematologia.com.br\/?p=12125"},"modified":"2025-09-23T22:23:32","modified_gmt":"2025-09-23T22:23:32","slug":"purpura-trombocitopenica-idiopatica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/atlasemhematologia.com.br\/blog\/purpura-trombocitopenica-idiopatica\/","title":{"rendered":"P\u00daRPURA TROMBOCITOP\u00caNICA IDIOP\u00c1TICA &#8211; PTI"},"content":{"rendered":"\n<p>A p\u00farpura trombocitop\u00eanica idiop\u00e1tica (PTI) \u00e9 uma doen\u00e7a autoimune rara, caracterizada pela destrui\u00e7\u00e3o das plaquetas do sangue devido \u00e0 a\u00e7\u00e3o de autoanticorpos. Esses anticorpos, geralmente da classe IgG, se ligam \u00e0s glicoprote\u00ednas presentes na superf\u00edcie das plaquetas, em particular \u00e0 GPIIb\/IIIa, marcando-as para destrui\u00e7\u00e3o pelos macr\u00f3fagos no ba\u00e7o. Esse processo leva \u00e0 redu\u00e7\u00e3o na quantidade de plaquetas circulantes no sangue, resultando em uma condi\u00e7\u00e3o conhecida como trombocitop\u00eania perif\u00e9rica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Embora a causa exata da PTI ainda n\u00e3o seja totalmente compreendida, sabe-se que ela \u00e9 desencadeada por mecanismos autoimunes que provocam essa destrui\u00e7\u00e3o acelerada das plaquetas.<\/p>\n\n\n\n<p>A PTI pode ser classificada de acordo com a faixa et\u00e1ria do paciente afetado, sendo comum em crian\u00e7as, especialmente na forma aguda, e em adultos, especialmente mulheres jovens, no caso da forma cr\u00f4nica. A manifesta\u00e7\u00e3o aguda \u00e9 geralmente autolimitada, desaparecendo espontaneamente com o tempo, enquanto a forma cr\u00f4nica pode persistir por mais tempo e frequentemente exige acompanhamento m\u00e9dico cont\u00ednuo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Embora seja uma condi\u00e7\u00e3o adquirida e, na maioria das vezes, benigna, a PTI pode ser grave em alguns casos, com o risco de complica\u00e7\u00f5es hemorr\u00e1gicas devido \u00e0 baixa contagem de plaquetas, o que torna a identifica\u00e7\u00e3o e o tratamento precoces essenciais.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>MANIFESTA\u00c7\u00d5ES CL\u00cdNICAS:<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Entre os sintomas mais comuns est\u00e3o a <strong>p\u00farpura cut\u00e2nea<\/strong>, que se manifesta como manchas roxas na pele, resultantes de pequenos sangramentos sob a epiderme. As <strong>pet\u00e9quias<\/strong>, que s\u00e3o pequenos pontos vermelhos ou roxos na pele, causados por sangramentos pontuais.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, \u00e9 frequente o <strong>sangramento gengival e nasal,<\/strong> com epis\u00f3dios espont\u00e2neos. As mulheres com PTI tamb\u00e9m podem enfrentar <strong>sangramentos menstruais excessivos<\/strong>, com per\u00edodos mais intensos e prolongados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em casos mais graves, pode ocorrer <strong>sangramento gastrointestinal<\/strong>, com a presen\u00e7a de sangue nas fezes ou at\u00e9 mesmo v\u00f4mito sanguinolento. Em situa\u00e7\u00f5es cr\u00edticas, a PTI pode evoluir para <strong>sangramentos em outros \u00f3rg\u00e3os<\/strong>, o que representa um risco significativo \u00e0 sa\u00fade, exigindo interven\u00e7\u00e3o m\u00e9dica imediata.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>HEMOGRAMA NA PTI:<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A principal altera\u00e7\u00e3o no hemograma de pacientes com p\u00farpura trombocitop\u00eanica idiop\u00e1tica \u00e9 a trombocitopenia isolada, caracterizada pela redu\u00e7\u00e3o significativa das plaquetas sem outras condi\u00e7\u00f5es associadas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em geral, os n\u00edveis de hemoglobina e a contagem de leuc\u00f3citos, permanecem dentro dos valores de refer\u00eancia. Al\u00e9m disso, \u00e9 comum observar um aumento no volume plaquet\u00e1rio m\u00e9dio (VPM) e na amplitude de distribui\u00e7\u00e3o das plaquetas (PDW), indicando uma poss\u00edvel resposta compensat\u00f3ria da medula \u00f3ssea. <\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, em casos de sangramentos intensos, pode ocorrer anemia secund\u00e1ria devido \u00e0 perda excessiva de sangue.<\/p>\n\n\n\n<p>O esfrega\u00e7o de sangue perif\u00e9rico frequentemente revela a presen\u00e7a de macroplaquetas, plaquetas de tamanho aumentado, o que sugere uma tentativa da medula \u00f3ssea de compensar a destrui\u00e7\u00e3o das plaquetas perif\u00e9ricas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/atlasemhematologia.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/image.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-12126\" style=\"width:766px;height:auto\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>Macroplaquetas em esfrega\u00e7o sangu\u00edneo.<\/em><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>O pr\u00f3ximo passo de todo analista que deseja ter mais seguran\u00e7a na bancada<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Todo analista que busca se destacar e se tornar um profissional mais atualizado, capacitado e qualificado para o mercado de trabalho precisa considerar uma p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. Isso porque, um profissional com especializa\u00e7\u00e3o \u00e9 valorizado na \u00e1rea laboratorial; esse \u00e9 um fato ineg\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso, unimos o \u00fatil ao agrad\u00e1vel ao desenvolver uma <strong>p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Hematologia Laboratorial e Cl\u00ednica<\/strong> para aqueles que procuram a comodidade de uma p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o 100% online e ao vivo, sem abrir m\u00e3o da excel\u00eancia no ensino.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, contamos com um corpo docente altamente qualificado, composto pelos melhores professores do Brasil, refer\u00eancias em suas \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o. Nossa metodologia, que combina teoria e pr\u00e1tica da rotina laboratorial, garante um aprendizado efetivo e de qualidade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>No Instituto Nacional de Medicina Laboratorial, temos apenas um objetivo: mais do que ensinar, vamos tornar VOC\u00ca uma refer\u00eancia.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Toque no bot\u00e3o abaixo e conhe\u00e7a a p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Hematologia Laboratorial e Cl\u00ednica.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons alignfull has-custom-font-size has-medium-font-size is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-a89b3969 wp-block-buttons-is-layout-flex\" style=\"font-style:normal;font-weight:600\">\n<div class=\"wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-100 is-style-fill\"><a class=\"wp-block-button__link has-text-align-center wp-element-button\" href=\"https:\/\/inml.com.br\/pg\/blog\"><strong>QUERO CONHECER TODOS OS DETALHES DA P\u00d3S-GRADUA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/a><\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\"><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>ALVES, Ana Klara Rodrigues et al. P\u00farpura trombocitop\u00eanica idiop\u00e1tica: uma doen\u00e7a subdiagnosticada. Revista Sustinere, v. 9, n. 1, p. 50-64, 2021.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>DA CONCEI\u00c7\u00c3O, Maria F\u00e1tima. P\u00daRPURA TROMBOCITOP\u00caNICA IDIOP\u00c1TICA. SECRETARIA DE ATEN\u00c7\u00c3O \u00c0 SA\u00daDE. S\u00c3O PAULO, 2013. Dispon\u00edvel em &lt;https:\/\/www.fehosp.com.br\/files\/circulares\/0b10b8c6babb73549fd059fc8f60fc7d.pdf&gt; . Acesso em 16 Dez. 2024.<\/p>\n\n\n\n<p>PADOVANI, T. R.; NOVO, J. L. V. G.; SIMEZO, V.; GARCIA, C. G.; SANSANOVICZ, D. P\u00farpura trombocitop\u00eanica idiop\u00e1tica na gravidez. Revista da Faculdade de Ci\u00eancias M\u00e9dicas de Sorocaba, Sorocaba, S\u00e3o Paulo, v. 14, n. 1, p. 22\u201323, 2012.<\/p>\n\n\n\n<p>TONACO, Leandro C. et al. P\u00farpura trombocitop\u00eanica tromb\u00f3tica: o papel do fator von Willebrand e da ADAMTS13. Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia, v. 32, p. 155-161, 2010.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A p\u00farpura trombocitop\u00eanica idiop\u00e1tica (PTI) \u00e9 uma doen\u00e7a autoimune rara, caracterizada pela destrui\u00e7\u00e3o das plaquetas do sangue devido \u00e0 a\u00e7\u00e3o de autoanticorpos. Esses anticorpos, geralmente da classe IgG, se ligam \u00e0s glicoprote\u00ednas presentes na superf\u00edcie das plaquetas, em particular \u00e0 GPIIb\/IIIa, marcando-as para destrui\u00e7\u00e3o pelos macr\u00f3fagos no ba\u00e7o. 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