{"id":11762,"date":"2025-09-23T22:25:47","date_gmt":"2025-09-23T22:25:47","guid":{"rendered":"https:\/\/atlasemhematologia.com.br\/?p=11762"},"modified":"2026-03-24T20:56:36","modified_gmt":"2026-03-24T20:56:36","slug":"hemograma-na-leptospirose","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/atlasemhematologia.com.br\/blog\/hemograma-na-leptospirose\/","title":{"rendered":"HEMOGRAMA NA LEPTOSPIROSE"},"content":{"rendered":"\n<p>A leptospirose \u00e9 uma zoonose amplamente distribu\u00edda pelo mundo, causada por bact\u00e9rias do g\u00eanero <em>Leptospira<\/em>. Sua transmiss\u00e3o ocorre principalmente pelo contato com urina de animais infectados, especialmente roedores, ou com \u00e1gua, solo e lama contaminados, o que a torna uma doen\u00e7a frequentemente associada a condi\u00e7\u00f5es de saneamento prec\u00e1rio e per\u00edodos de enchentes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No Brasil, a leptospirose \u00e9 um desafio significativo para a sa\u00fade p\u00fablica, sobretudo em \u00e1reas urbanas densamente povoadas e com infraestrutura sanit\u00e1ria inadequada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O ciclo de transmiss\u00e3o \u00e9 agravado por inunda\u00e7\u00f5es sazonais, que aumentam a exposi\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00e1gua contaminada. Al\u00e9m disso, a ampla gama de animais reservat\u00f3rios, incluindo ratos, bovinos, su\u00ednos e c\u00e3es, facilita a manuten\u00e7\u00e3o da bact\u00e9ria no ambiente, contribuindo para surtos recorrentes em per\u00edodos chuvosos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por ser uma doen\u00e7a amplamente difundida em todo o pa\u00eds, \u00e9 crucial conhecer o perfil do hemograma de pacientes que apresentam essa condi\u00e7\u00e3o. A r\u00e1pida identifica\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a e o monitoramento cl\u00ednico s\u00e3o essenciais para um diagn\u00f3stico preciso.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Manifesta\u00e7\u00f5es Cl\u00ednicas da Leptospirose:<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>As manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas da leptospirose apresentam um amplo espectro, desde formas assintom\u00e1ticas at\u00e9 quadros potencialmente fatais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A doen\u00e7a evolui em duas fases principais: a fase precoce (ou leptospir\u00eamica) e a fase tardia (ou imune).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fase Precoce:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Essa fase dura de 4 a 9 dias, os sintomas mais comuns incluem febre alta (chegando a 39 \u00b0C), dores musculares intensas, principalmente nas panturrilhas, dor de cabe\u00e7a, n\u00e1useas, v\u00f4mitos e falta de apetite. Podem tamb\u00e9m surgir conjuntivite, fotofobia, tosse e, mais raramente, exantema cut\u00e2neo e aumento de f\u00edgado ou ba\u00e7o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fase tardia:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As complica\u00e7\u00f5es graves tornam-se mais evidentes. A s\u00edndrome de Weil, uma das manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00e1ssicas, \u00e9 caracterizada por uma tr\u00edade de icter\u00edcia intensa, insufici\u00eancia renal e hemorragias.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Outras complica\u00e7\u00f5es incluem a s\u00edndrome de hemorragia pulmonar, que pode causar tosse seca, dispneia e expectora\u00e7\u00e3o com sangue, e les\u00f5es pulmonares graves, como sangramentos maci\u00e7os e a s\u00edndrome da ang\u00fastia respirat\u00f3ria aguda (SARA). Al\u00e9m disso, podem surgir manifesta\u00e7\u00f5es hemorr\u00e1gicas em diferentes sistemas do corpo, incluindo pele, mucosas, \u00f3rg\u00e3os internos e sistema nervoso central, refletindo a gravidade e complexidade dessa fase da leptospirose.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Diagn\u00f3stico<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>O diagn\u00f3stico da leptospirose combina m\u00e9todos laboratoriais diretos e indiretos, escolhidos com base na fase evolutiva da doen\u00e7a.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na fase precoce, que ocorre nos primeiros dias de sintomas, s\u00e3o utilizados m\u00e9todos diretos como a detec\u00e7\u00e3o da bact\u00e9ria por meio de cultura ou pela t\u00e9cnica de rea\u00e7\u00e3o em cadeia da polimerase (PCR), que identifica o DNA do agente infeccioso.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 na fase tardia, que ocorre ap\u00f3s a produ\u00e7\u00e3o de anticorpos pelo organismo, s\u00e3o recomendados exames indiretos, como o teste de ELISA-IgM e o teste de microaglutina\u00e7\u00e3o (MAT), que detectam a presen\u00e7a de anticorpos espec\u00edficos contra <em>Leptospira<\/em>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, outros exames s\u00e3o essenciais para avaliar poss\u00edveis complica\u00e7\u00f5es e ajudar no manejo cl\u00ednico. Entre eles, destacam-se o hemograma e an\u00e1lises bioqu\u00edmicas (ureia, creatinina, bilirrubinas (total e fra\u00e7\u00f5es), TGO, TGP, gama-GT, fosfatase alcalina, CPK, s\u00f3dio e pot\u00e1ssio). Esses exames auxiliam no diagn\u00f3stico diferencial e na identifica\u00e7\u00e3o precoce de quadros graves, como insufici\u00eancia renal e danos hep\u00e1ticos, frequentes em casos de leptospirose avan\u00e7ada.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>HEMOGRAMA NA LEPTOSPIROSE<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Altera\u00e7\u00f5es hematol\u00f3gicas mais frequentes, especialmente na fase tardia da doen\u00e7a, incluem:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Leucocitose com neutrofilia e desvio \u00e0 esquerda<\/li>\n\n\n\n<li>Anemia intensa<\/li>\n\n\n\n<li>Trombocitopenia<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Nas fases iniciais da leptospirose, os exames laboratoriais podem apresentar altera\u00e7\u00f5es inespec\u00edficas, mas o <strong>leucograma<\/strong> tem papel fundamental no aux\u00edlio diagn\u00f3stico, especialmente ap\u00f3s o terceiro dia de sintomas. Esse exame pode ajudar a diferenciar a leptospirose de infec\u00e7\u00f5es virais agudas, al\u00e9m disso em pacientes com formas mais graves, como aqueles ict\u00e9ricos, a contagem de leuc\u00f3citos pode atingir at\u00e9 50.000\/\u00b5L.<\/p>\n\n\n\n<p>A anemia, geralmente normocr\u00f4mica, pode ser explicada pela hem\u00f3lise intravascular, que tamb\u00e9m provoca eleva\u00e7\u00e3o nos n\u00edveis de bilirrubina s\u00e9rica (normalmente abaixo de 20 mg\/dL, mas podendo chegar at\u00e9 40 mg\/dL em infec\u00e7\u00f5es graves). Al\u00e9m disso, a redu\u00e7\u00e3o nos n\u00edveis de Hb e Ht durante exames laboratoriais repetidos, sem sinais evidentes de sangramentos, pode ser um indicativo precoce de sangramento pulmonar.<\/p>\n\n\n\n<p>A trombocitopenia \u00e9 um achado comum na fase tardia, especialmente na quando h\u00e1 S\u00edndrome de Weil, e pode ser associada a manifesta\u00e7\u00f5es hemorr\u00e1gicas como epistaxes, pet\u00e9quias e equimoses.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/eventos.atlasemhematologia.com.br\/listadeesperatimeblogatlas\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1030\" height=\"276\" src=\"https:\/\/atlasemhematologia.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/BANNER-BLOG-ATLAS-1030x276.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-17314\" srcset=\"https:\/\/atlasemhematologia.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/BANNER-BLOG-ATLAS-1030x276.png 1030w, https:\/\/atlasemhematologia.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/BANNER-BLOG-ATLAS-300x80.png 300w, https:\/\/atlasemhematologia.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/BANNER-BLOG-ATLAS-768x206.png 768w, https:\/\/atlasemhematologia.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/BANNER-BLOG-ATLAS-1536x411.png 1536w, https:\/\/atlasemhematologia.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/BANNER-BLOG-ATLAS-2048x549.png 2048w\" sizes=\"(max-width: 1030px) 100vw, 1030px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p style=\"font-size:24px\"><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>BRASIL. Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. Departamento de Vigil\u00e2ncia das Doen\u00e7as Transmiss\u00edveis. Leptospirose: diagn\u00f3stico e manejo cl\u00ednico. Bras\u00edlia &#8211; DF, 2014.<\/p>\n\n\n\n<p>COSTA, Everaldo et al. Formas graves de leptospirose: aspectos cl\u00ednicos, demogr\u00e1ficos e ambientais. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, v. 34, p. 261-267, 2001.<\/p>\n\n\n\n<p>DA SILVA, Paulo Henrique et al. Hematologia laboratorial: teoria e procedimentos. Artmed Editora, 2015.<\/p>\n\n\n\n<p>NICODEMO, Ant\u00f4nio Carlos et al. Altera\u00e7\u00f5es hematol\u00f3gicas na leptospirose. Revista do Instituto de Medicina Tropical de S\u00e3o Paulo, v. 31, p. 71-79, 1989.<\/p>\n\n\n\n<p>RIBEIRO, Ana Freitas. Leptospirose, avalia\u00e7\u00e3o de fatores progn\u00f3sticos da doen\u00e7a, munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo, 2005. BEPA. Boletim Epidemiol\u00f3gico Paulista, v. 3, n. 28, p. 2-8, 2006.<\/p>\n\n\n\n<p>SIM\u00d5ES, Luciana Senna et al. Leptospirose\u2013revis\u00e3o. PubVet, v. 10, n. 2, p. 138-146, 2016.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A leptospirose \u00e9 uma zoonose amplamente distribu\u00edda pelo mundo, causada por bact\u00e9rias do g\u00eanero Leptospira. 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